segunda-feira, março 18, 2013

Crianças e os alimentos

Pois é desta vez venho falar de comidas e da importância que os alimentos têm na nossa vida. Cada alimento conta e a interacção destes no nosso organismo é vital. Nas crianças passasse o mesmo mas tendo em conta que, a capacidade de absorção de vitaminas é muito maior do que a dos adultos, estas idades representam a altura ideal para garantir que o corpo recebe o máximo de nutrientes possíveis e assim mais tarde ter realmente a qualidade de vida merecida, sejam quais forem as opções tomadas em adultos. Eu acredito que a prevenção é a melhor maneira para cuidarmos do nosso corpo, assim como acho que tudo o que comemos tem influência sobre as nossas vidas, seja física ou emocionalmente. Por isso hoje em dia preocupo-me muito com a alimentação dos meus filhos e as ajudas que posso dar para lhes garantir um futuro cheio de saúde e vitalidade. Para mim as vantagens de uma alimentação saudável suplantam qualquer satisfação psicológica obtida numa refeição "fast food" ou de um doce cheio de açucar! Também não acredito nos benefícios do leite de vaca e aliás acho que é um veneno inventado pelos humanos. Parece mesmo um "chip" que nos puseram na cabeça como parte da nossa cultura: "Beba leite senão não cresces!". Por incrível que pareça os meus dois filhos comem legumes todos os dias e têm uma alimentação essencialmente baseada em cereais, leguminosas, tofu, peixe, carnes brancas e produtos orgânicos. Tanto o Tomás (2anos e meio) como a Matilde (6 anos) a única coisa que exigem é criatividade na comida e muito muito sabor! O meu acordar para alimentação começou com a minha sensibilidade alimentar causada por um cólon irritável, as inúmeras alergias alimentares e asma que o meu filho mais pequeno tem e a falta de vitalidade e peso que a minha filha tinha. Há medida que fui melhorando assim como o meu filho rapidamente apercebi-me que as mudanças alimentares também estavam realacionadas com a necessidade do nosso organismo em viver com saúde e tranquilidade. Tanto no meu caso como nos meus filhos as melhoras foram imediatas e posso dizer que são crianças saudáveis e cheias de energia. Eu optei pela macrobiótica porque realmente se adaptou ao meu estilo de vida e ás necessidade alimentares da minha família. Descobri que não só temos que ter atenção aos alimentos que consumimos como também à qualidade dos mesmos, em que ambiente são cultivados e qual a estação mais adequada para os consumirmos. Eu acredito que recebemos dos alimentos o que damos á natureza por isso devemos cuidar também do ambiente contribuindo para diminuir a poluição, os maus-tratos aos animais, a inclusão de químicos conservantes e corantes, etc. E isso faz-me realmente acreditar que os meus filhos merecem que eu lhes dê o melhor que a natureza tem reservado para eles. No fundo não me parece justo que com tanta tecnologia disponível, hoje em dia, não se utilizem esses recursos para dar mais qualidade à terra e ao meio ambiente em vez de produzirem alimentos cheios de cor e sabor, mesmo que estejam cheios de químicos. Inclusivie posso dizer que com o aprodundar da minha relação com os alimentos também surgiu um maior conhecimento do corpo humano e como ele funciona. Eu, filha de enfermeira e médico, que sempre fui consumidora de fármacos em caso de doença, grave ou não, assumo que muitas vezes sem necessidade, hoje posso dizer que são precisos mas apenas nas alturas certas, porque a natureza e o nosso corpo caminham juntos e é na natureza que a maior parte das maleitas se curam. Aliás no tempo da minha avó Maria Augusta era assim, fazia-se um cházinho de ervas ou uma torradinha com amor e tudo ficava bem! Por isso aqui ficam alguns dos livros que eu exploro e integro na base alimentar da minha casa assim como os seus benefícios para a saúde.
Tudo o que Comemos Conta - Geninha Horta Varatojo
Mente Sã Corpo São - Francisco Varatojo

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